quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Sangue e Chocolate

"O brinco de cristal em sua orelha esquerda refletiu o sol em uma explosão de arco-íris, e seu vagaroso fácil sorriso enviou um choque por ela.

Ela o estava encarando, ela sabia, mas o rosto dele era delicioso. Os olhos dele eram divertidos e sonhadores, como se ele observasse a vida de outro ângulo e achando que era vagamente engraçado." (...) "Ela notou que ele tinha uma estrutura alta de dançarino e suas mãos com longos dedos, e um pensamento cruzou a sua mente de que ela poderia apreciar se ele a tocasse.

"Eu te conheço?" ele perguntou. Ele esperou esperançosamente, um olhar confuso em seu rosto."



Queria poder escrever algo assim D:

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Primeiros capítulos


Culpa minha, deve ter sido.
Não foi a distância, a tolerância, a criança. Sim, eu era uma criança.
Não foi a falta de tesão, paixão ou coração. Eu tenho um, lá no fundo.
Podia ser que hoje funcionasse. Pode pensar-se como um brinquedo, era isso o que era... um brinquedo. E eu, que não sabia brincar, o quebrei. Não sei se foi algo permanente, não posso ter certeza, posso?

Pouco tempo, é o que parece olhando daqui. Apesar de já fazer muito tempo sem você, sem ninguém. Descobri a umas semanas que não estou tão quebrada, enferrujada, apenas... tem algo faltando. Alguma coisa que eu tinha, ou que a gente tinha, mas não existe mais, pelo menos foi o que eu senti.
Você continuou... mais uma... mais outra... e ficou, conseguiu o que queria, mas não comigo.
Não sei se o que eu sinto é inveja, de você ter seguido, direto sem nem pensar e eu ter ficado a esperar, esperar... você sabe quanto tempo? de quanto tempo foi meu "luto"? quanto tempo eu fiquei sozinha tentando entender???

Quer saber??

Três anos, Três estranhíssimos anos, com conversas momentâneas e repentinas, esporáticas, é um boa palavra para descrever, as poucas conversas que tivemos, mesmo assim não foram ao vivo e a cores, não foi de carne e osso. Não pude ver sua reação ao ler o que eu escrevia, e que você sabia que era sobre nós, não pude me aproximar e me deixar cair em tentações antigas, te roubar de volta para mim, pegar de volta e consertar aquele brinquedo que eu quebrei quando era mais nova.

Agora que não te acho, não te encontro em lugar nenhum. Só aqui você vai poder ler.
Ainda vou correr por aí, quem sabe atravessando pontes a gente não se encontre novamente.
Daqui a alguns anos podemos nos encontrar no Galeão, eu vindo das minhas férias na Europa e você indo para a sua lua de mel.

domingo, 4 de outubro de 2009

Vinho Reserva

"Tava de noite e chovendo, o que sugeria não sair sem casaco ou pelo menos o trambolhão do guarda chuva! Por que diachos eu não trouxe o meu casaco?" Era basicamente isso que estava passando pela minha cabeça e nem percebi que não estava mais sozinha debaixo de chuva esperando um ônibus, já que não tinha nem dinheiro para pegar um táxi.
"Pelo menos não vim com uma blusa branca" eu pensei tentando achar um mísero lado positivo "e também nenhum carro passou pela poça e me molhou" - "ainda" pensei não querendo acrescentar esse detalhe aos meus pensamentos já não muito felizes.
Enfim vi, e me tirei dos meus pensamentos inúteis de como fazer parar de chover e com isso agora já não adianta nada, não era o meu ônibus - eu teria visto treco gigante de longe - era um cara, de aproximadamente um metro e oitenta (já que não era tão mais alto que os meus não muito nem pouco um metro e setenta) e forte, cabelos pretos meio desgrenhados por causa da chuva (ele também não estava com um guarda chuva, mas inteligentemente usava um casaco -mais ara um suéter - com gola em "V" vermelho escuro) e tenho que admitir que ele era bonito e não parecia um daqueles caras que pegam ônibus e sim um daqueles cara que dirige um Land Rover, um Jeep ou uma daquelas pick-ups 4x4. Ele estava me olhando (com aqueles lindos olhos castanhos desenhados) e pareceu meio envergonhado quando percebeu que foi pego no ato, mas ao contrário do que qualquer pessoa normal - ou a maioria, como eu - que teria desviado o olhar, ele apenas continuou olhando para mim, aí a chuva aumentou e eu não conseguir mais ver se ele continuava me olhando (já que eu - como uma pessoa normal - desviei o olhar e fingi ver se o meu ônibus tava chegando, claro que foi meio patético, já que a rua estava praticamente deserta - quem sairia naquela chuva?). Fiquei mais ensopada e minha mente voltou a viajar.
Primeiro voltei a amaldiçoar aquela chuva toda e pensei que tantos pecados eu tinha cometido para pagar desse jeito, mas depois minha mente se soltou e o rosto daquele cara misterioso apareceu quase que nitidademente minha cabeça.

sábado, 19 de setembro de 2009

Paranóica? eu?!

Cara... (lá vem os meus "Cara...." pra cá "cara..." pra lá ¬¬)
Se você quiser saber? eu sou!
Nem tanto quanto a Kate de "Pegando Fogo"(livro da Meg), huhu... acho que ela chega a ser uma caricatura minha.
Mas já passei por muita falsidade, pra confiar tanto em todos e comecei a ver coisas que muita gente não vê. Consigo ver a quando não gostam e mentem, escondem.
Nem sempre é claro, but...
Deixá pra lá... Só vai entender quem já deixou pessoas pra trás e elas seguiram a vida delas sem você constante como era antes.
Vai entender? acho que não? já perdi meu ponto de vista e acho que embolei as idéias (mas só um pouquinho.. haha)

erg... deixa para lá...

pode voltar a viver a sua vida, como se nada tivesse acontecido.
como se nada tivesse acontecido...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Audrey

Aqui é sempre frio.
Quase assombrado,
vazio.

Luzes sempre apagadas.
Vez ou outra, janelas meio abertas.
Assim como seu segundo portão.

Só pra me contradizer,
ao passar pela segunda vez,
vejo uma luz, ou apenas uma claridade inesperada
ou até imaginada.

Será que tem alguém?
não sei mais o que sentir, eu ainda posso sentir?
tá muito longe,
então acho que isso é um adeus.

O carimbo foi quebrado...
Taila Figueredo Brasil

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ópera

Se eu dissesse que eu passo em frente a sua casa todo dia, desde que você me deu seu endereço?
E se eu dissesse que só entro no MSN para te esperar?
Parece loucura, eu sei... mas é só com você que eu quero falar.
Descobri onde você estuda, que amigos temos em comum, mas ainda assim...
fujo quando te vejo, com medo de você não gostar mais de mim.
Não marco nosso encontro, aquele que você ainda está esperando, com medo de você não sentir tudo o que eu, acho que, sinto por você.
Eu queria ir na sua festa, não ter vergonha de te monopolizar na frente dos seus amigos e te beijar no quarto. Mas não vou...
Me canso para dormir e não sonhar, não quero te idealizar e me perder, te perder.
Taila F. Brasil

sábado, 22 de agosto de 2009

É incrível como eu não consigo me controlar..

Meus sonhos estão me levando a loucura, ou quase isso..

Antes era fácil, pensar ou não pensar... amar ou ainda assim evitar.
Não era tão difícil de descobrir que me faria mal no futuro, mesmo levando meu corpo a um estado perto do paraízo emocional no presente.
Tirei um tempo pra mim, posso assim dizer, precisava de tempo para lidar com a ruptura. Não ia te ver mais, foi o que eu me prometi. Estava certa de que me afastando, não só fisicamente, mas também afastando o meus pensamento de tudo que pudesse me lembrar você eu poderia chegar a ser feliz e livre outra vez.
Estava tão certa que cheguei a acreditar, parei de sonhar acordada, me cansando para dormir direto sem pensar no que eu sempre pensava antes de dormir: VOCÊ.
Deu certo, quase um mês inteiro sem você aparecer em minha mente e nem percebia isso, até que no meio de uma semana durante meu sono, você apareceu novamente, num sonho completamente confuso e muito real. Você me beijava e não largava minha mão, eu tinha medo que você fosse embora e você tinha medo de me deixar.
Acordei assustada e me martirizando por ter lembrar, não ter posto terra suficiente no burraco que você tinha cavado, deixando você voltar.

(pode ser que continue... depende do que eu sonhar)
Taila F. Brasil

Amanhecer frio com sorvete de chocolate

Nunca julgue um livro... por seus spoilers!

Tá.. não é nem de perto tão ruim quanto eu imaginei. A Stephenie se superou provando, a todos, que não é tão impossível, nem idiota, uma humana engravidar de um vampiro. Há um contexto.

Ah... só para constar, o que eu esqueci de avisar: Post com spoilers, mas se você quiser continuar lendo, não se prenda TANTO aos spoilers, é algo que só lendo o livro, você vai entender.

A história sendo dividida em 3 partes (Bella, Jake, Bella), ajuda bastante, já que seria um tédio ficar presa a mente da Bella enquanto tudo o que ela descreveria seria algumas visitas que ela estava recebendo, as dores que ela estava sentido por causa da gravidez "monstruosa" e nada além.

Como já disse, por causa dos spoilers (POR FAVOR! não coloquem spoilers no lugar de sinopses! são coisas muito diferentes!!) eu imaginava um suicídio literário a Stephenie ter escrito esse livro, e me recusava a ler. Como eu poderia saber que a Bella engravidar e ter um bebê meio vampiro e meio humano e ainda por cima o Jake tendo um imprinting com esse bebê... poderia ser algo bom? ou melhor dizendo, possível?

Há muito mais do que só esses spoilers sem sentido, é uma história que chama mais atenção por mostrar os laços afetivos do personagens. É uma história de amor, mas que envolve o sobrenatural num limite em que poucos saberiam se poderia dar certo. Também tem o lado que chega a dar medo, com "Os Volturi" e novos personagens são revelados ao longo da trama trazendo parte de sua história e ajudando a clarear os pensamentos sobre a história em si.

É um livro que eu considero separado, como ser fosse outra história. Como se não fizesse parte da trilogia (Crepúsculo-Lua Nova-Eclipse), apesar dos mesmos personagens e de citar detalhes dos outros livros.

Agora vamos a parte crítica aos brasileiros, a parte em que toca o Brasil e em particular o Rio de Janeiro. No começo se fala de ruas, abarrotadas de gente, à noite, a caminho da Marina... não entendi muito o porque disso, mas continuemos... RÁ-RÁ
"Gustavo" é um bom nome português não tão tradicional, digamos assim, já que normalmente Brasileiro se chamam Francisco ou José. Mas Stephenie deu uma escorregada ao dar tanta ênfase a tribos indígenas que ainda habitam o Rio, capital... já que não é bem assim. Ela poderia ter seguido com nomes "normais" em vez de apelar aos nomes indígenas para o resto dos brasileiros!

Bem, sobre a parte gráfica do livro, sim! tem defeito aí! A tradução deixou a desejar e muito! "Isso é qualquer coisa!" é algo que apareceu no livro pelo menos umas 2 vezes, o que não faz sentido nenhum em português, já que foi traduzida à la Google Tradutor. E exatamente igual aos outros livros, milhões de "aspas" abertas e nenhuma (ou quase) fechando. A também uns erros de gênero, como em vez de escrito ele, vem escrito ela. E os erros de digitação, como "Mina" em vez de "Minha" bem no finalzinho do livro.
Para os que ainda não aderiram completamente as novas regras do Português, pode-se perceber que o livro já aderiu a reforma, com IDEIA sem acento e todos os tremas devidamente retirados!

Só pra finalizar...
Eu tenho pena de quem vai transformar esse livro em filme (esqueci de dizer que tem muita nudez e cenas inapropriadas para menores de 18 anos? RÁ-RÁ-RÁ)...
ou melhor... Eu tenho medo de como esse filme vai ficar! E aí sim, pena de quem vai assisti-lo!

P.S.: Durante essas "férias" obrigadas, aproveitei e re-li todos os livros. E tô com muito medo de como eles vão consertar as besteiras e as omissões que eles fizeram no primeiro filme.
P.S.¹: Daqui a pouco tempo vai estreiar o "Lua Nova" e já começaram as filmagens para o "Eclipse". Fiquei com medo quando o diretor disse que ia ser mais difícil de filmar o 3° filme devido ao grande número de novos personagens (só que no livro, não há quase nada em termos de personagens novo! só nahistória que Rosalie e Jasper contam sobre seu passado, mas já omitiram a história da Alice e do Carlisle - ambas muito importantes - e a curta história de Esme no primeiro filme... o que podemos esperar dos próximos?)
P.S.²: Eu tenho medo dessas adaptações bizarras!

sábado, 1 de agosto de 2009

Censura contra a Censura! (parte 1)

Essa coisa de ficar censurando porque quer tá dando no saco! (quase literalmente, hãn?)
Vamos a dois casos bem simples divulgados e muito twittados! (esperem a 2ª parte)


Caso 1: @katyperry versus @mileycyrus



X



Kate outro dia (31/06/2009) tuitou que estava cheia dos tuitedes emos: "Also I've decided NO MORE EMO TWITTERING! There r too many people that emo twitter! Ican't read them anymore!" (Também decidi NÃO MAIS TUITADAS EMO! Tem muita gente que tuita emo! Eu não posso ler mais!)
E assim começou a campanha da moça, onde seus followers a apoiaram e de tão tuitado, o NO MORE EMO TWITTERS foi parar no TT (Trending Topics - as palaras ou tags mais tuitadas pelo mundo), onde pessoas que mesmo não tendo a mínima ideia do que era tuitaram para aparecer no TT.
Agora... para quem não sabe, twitter é um tipo de orkut rapidinho, onde você é totalmente LIVRE para tuitar o que te der na cabeça (Até o número do seu celular, como sem querer fez o Bruno Gagliasso), com o bom senso é claro, já que todo mundo vai poder ler o que você escreve (a não ser que você coloque o cadeadinho).
E hoje Kate tuitou: "NO MORE EMO TWITTERS! @mileycyrus: I cry everytime IT'S because of YOU" (Não mais emo twitters! @mileycyrus -ou seja, foi algo que a miley escreveu- Eu choro sempre e ISSO é por causa de VOCÊ.)
Atacando as frases que Miley custuma escrever (normalmente ela escreve muitos trechos músicas romanticas, tristes e até alegres!).
Em resposta Miley disse: "@katyperry "The process is the destination" :) hehe" (@katyperry (para a kate) "o processo é o destino" :) hehe)
Kate continua com o projeto de chegar ao número 1 do TT com o NO MORE EMO TWITTERS.
Não estou censurando a Kate, ela pode tuitar o que bem entender, estou "censurando" sua censura!

Continua...


Fotos tiradas do twitter pessoal das cantoras.